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neofolk

Fixada em Chapecó, a Pinhel e é composta por Emerson Kremer, responsável pelo nome da banda e a fusão do quinteto: Eduardo Santos (coringa), os irmãos Menezes –  Ricardo (baixista) e Eduardo (guitarrista e backing vocal) – Juliano Martini (baterista) e ele mesmo (vocal e violão). 

Pinhel tem músicas para vários momentos, desde os dançantes e animados como “Teoria do Caos”, como mais introspectivos e/ou melancólicos como “Isso não vai acabar”, as composições são ritmadas e construídas com jogos de palavras. 

De quebra, as músicas introspectivas fomentam a melancolia do isolamento junto com o frio, convidando a quem ouve lembrar de algum recorte de passado e é por meio de oscilações alegres e tristes que a banda Pinhel te convida a Cantar a Solidão. 

Há uma beleza na tristeza, na dor exalada da angústia da perda e/ou libertação de. É notório o sofrimento tanto pela letra em si quanto a maneira que os instrumentos ressoam.

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